quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O curioso filme de Brad Pitt


Hoje, uma quinta-feira sem muitas espectativas, resolvi ir ao cinema ver o último lançamento da terra do Tio Sam: O Curioso Caso de Benjamin Button. Após uns bons comentários do filme feitos por minha namorada, resolvi conferir pessoalmente.

Confesso que fiquei impressionado. O filme é baseado em um clássico conto homônimo de Scott Fitzgerald, que conta basicamente a história de um cara que em vez de envelhecer, nasce velho e vai rejuvenescendo ao longo dos anos.

As atuações são boas e o elenco não deixa a desejar. A maquiagem de Pitt, protagonizando Benjamin, está muito boa. Combinada com os discretos efeitos especiais dá um show a parte. Posso dizer que as mais de duas horas e meia de filme fluem com uma naturalidade impressionante. 

O mais legal desse filme é a profundidade das reflexões a que ele leva: vida, tempo, amizade, amor, etc. Na verdade de uma forma bem poética o filme retrata as grandes descobertas da vida, como as alegrias e as desilusões.

As história de Benjamin Button mescla-se com a dos EUA do século XX, abordando rapidamente os principais momentos do país e do mundo no período.

Enfim, recomendo o filme para quem está a fim de refletir sobre a vida, a fim de pensar um pouco nos nossos dilemas existenciais...

4 comentários:

Um Polvo disse...

Então cara...realmente eu fui assim como você achando que seria um filme romantiquinho.

Nada... é um forrest gump brad pittiano.

alias um filme com o diretor do clube da luta deve-se pelo menos respitar.

Grande a braçO!

ThIaGo-Go-Go disse...

Que doido, não sabia que é o mesmo diretor do clube da luta!

Luis Gustavo Cardoso disse...

De fato, é incrível acompanhar o roteiro do filme, é óbvio, aliado ao contexto que implica um filme bem feito como esse. O que me impressiona, sobretudo, - e então tenho de dar o braço a torcer para Fitzgerald -, é precisamente o efeito que a reversão da ordem dos ponteiros provoca na perspectiva de quem acompanha a trama. Nos faz refletir, senão com serenidade, mas com uma atenção e um fôlego que marcam os milímetros do vídeo, num tipo de catarse em terceira pessoa, em que a reflexão não pode ser dissociada do sentimento de estranheza que a imagem do tempo ao avesso revela.
Parabéns, fui ver o filme só depois de ter lido teu post.
Cuidado pra não se tornar um formador de opinião, não vai conseguir responder a todos os comentários em tempo!

forte abraço
Luis Gustavo

Um Polvo disse...

Alias cara outra coisa, vc ja reparou na semlhança com o Forest GUmp?

Os dois são criados por maes solteira, os dois conhecem o amor da vida na infancia e qunado voltam não estão preparados para ela daí entao os dois voltam para ficar com a mãe quando esta morre eles saem denovo e então ficam com a mulher durante um tempo para depois saber que não dá certo pois tem um diferencial os dois. E também os dois são escritos pelo mesmo roteirista...hehehe